| |
Blogar.
Acho que voltarei a conjugar este verbo... será?
Escrito por Manoela às 15h08
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Isso não se faz.
Dajanela do 157, vi um garotinho com seus, sei lá, seis anos, indo ou voltando da escola de mão dada com a mãe e camisa do Flamengo no corpo. Com certeza essa mãe não entende nada de futebol. Quem conhecer, diga a esta senhora que tal atitude pode gerar traumas irreversíveis à criança. Pobrezinha.
Escrito por Manoela às 15h33
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Já vi esse filme.
Depois de Central do Brasil, Cidade de Deus e outros nossos serem indicados ao Oscar e ficarem na vontade, agora temos um favorito na sucessão papal. Sei não...
Escrito por Manoela às 15h32
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
O Fla -Flu que não fui. Ou, da glória e do drama de se namorar um flamenguista.
Os cambistas não deixaram eu ir ao Maracanã. Acabei tendo de fazer meu próprio Maraca. Tão quente quanto o original, mas cervejinha gelada (me dei melhor), com replay (sim, foi pênalti. como diz uma amiga minha, até o Assaf viu), pão de queijo e pizza. Um luxo. Éramos quatro tricolores contra quatro rubro-negros, mais um paulista, um vascaíno e um botafoguense, que faço questão de contar a favor dos fidalgos. Conclusão: acabamos sendo uma esmagadora maioria. Evidente que na hora dos gols (dos quatro), só quem berrava era Renata e eu. Cena ridícula mulher comemorando gol. Marrentinha, precisava ver o escrete verde-grená-e-branco sair vitorioso para o bem de minhas finanças. Foram duas apostas: um almoço no Gero e um almoço em Botafogo. A benção João de Deus.
Claro que o primeiro tempo não foi grandes coisas. Mas o Fluminense pareceu muito mais bem organizado e interessado em vencer. A nota bizarra foi a torcida. Não pela festa que, como em todo Fla-Flu, é das mais incríveis. Quando, porém, imaginaria que haveria clarões na arquibancada do Flamengo.Que parte da arquiba amarela do Flu estava vazia. Que ninguém tinha se sentado na arquibancada branca. Que as amarelas inferiores estavam lá, amarelinhas a olho nu. Achei que os urubus iriam dominar até a fronteira das brancas. Não dominaram. Por conta de que? Dos cambistas. Não fui ao Maracanã, amigos meus frequentadores assíduos dos jogos também não. E havia espaço de sobra. Depois vem a Suderj divulgando o público presente de 74 mil pessoas. Tá certo...
Não vou entrar no mérito de análises técnicas e táticas. O Fluminense jogou melhor, fez gol de tudo quanto é jeito, viva o Juan, o Tuta, o Preto, o Gabriel e, vá lá, o Alex, e só não fico revoltada por não ter sido 4 a 0 (ou 6 a 0) pq o golZinho no final premiou o único deles que pode dizer que já jogou bola de verdade uma vez na vida.
Ganhamos sim, de short grená (ugh!) e tudo.
E agora vou eu desabafar as alegrias e tristezas de ter um flamenguista no coração:
Contra:
- Não fui ao jogo.
- Não comemorei demais para não chateá-lo.
- Não fui ao Bar Lagoa com Marcelito, Janot, Platão, e outros nitianos pq ele fez cara de dengo e disse que dormiria lá em casa se eu não saísse. Perdi Janot distribuindo Ferrero Rocher em homenagem ao chocolate com classe do Flu...
Pró:
- Vi o jogo abraçadinha.
- Tive quem zoar (com delicadeza) a noite toda.
- Pelo menos ele não é Vasco.
Marcelito diz que só posso voltar ao Maraca no último jogo contra o time do Delei e do Tulio, com o título já garantido. Pelo sim, pelo não, a ordem será acatada. Não vi uma vitória dessas épicas em 2005 (4 no Botafogo, semifinal com o Vasco e o chocolate no Flamengo).
Eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo.
Escrito por Manoela às 15h29
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
O melhor amigo do homem.

Na banca mais próxima, procure a Revista Poster Pitbull. Com desses dóceis cães na capa. Imperdível. Por módicos R$ 3,90, vc vai saber tudo sobre esses monstrinhos. Ah, sim, tem tb a conversão para pagamento em Euros a quem interessar. E$ 1,45. Diz a revista que os pitbulls são "grandes amigos". Viva a Online Editora por essa brilhante publicação.
Escrito por Manoela às 17h47
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Poema.

Da semente ao amor
Em pouco tempo Mas muito intenso Sem medo e sem pudor Te digo: és minha flor
Escrito por Manoela às 20h32
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Xô, anos 90.
Cresci futebolisticamente nos anos 90. Com Van Basten, Romário, Stoichkov e super Ézio. Infelizmente uma década que os tricolores preferem colocar pra debaixo do tapete. Em termos tricolores, tive mais tristezas do que alegria. Muitas delas proporcionadas pelo Vasco. Por essas e outras que até hj eu tremo só de pensar na cruz de malta. Ou tremia. Pois domingo passado (infelizmente minha vida namorical, aliada à chuva e à partida na TV Globo me priva de certos Maracanãs...) chutamos o patinho feio lá pros lados de São Januário. Sim, podemos vencer. Sim, as coisas podem dar certo pro Fluminense. Com Marcão, Alex, Radamés e Tuta. E com "o cara" escalando o time do lado de lá. Vencemos por 8 a 7 nos pênaltis. Queria ter estado lá. Queria ter ajoelhado ao lado dos outros arquibaldos e chorado abraçada ao Janot e ao Marcelito. Queria ter histórias para contar pros meus filhos.
A minha história se resume no seguinte: churrasco no Alto da Boa Vista. Anfitrião vascaíno, tv com bombril na ponta. Flamenguistas ("no Fla-Flu é um ai, Jesus") torcendo loucamente pelo Vasco. Eu de camisa da Máquina, roubada de um ex que era tricolor. Apostei dois reais que ganharíamos nos pênaltis. O outro corajoso que acreditou no tricolor colocou vinte centavos. Ganhei cinco reais. Pulei como nunca. Abracei três tricolores, atendi a diversos deles no meu celular. Gente que estava lá como o Marcelito, gente que viu na tv como meu pai, gente que queria ter estado lá como eu.
Sei não, mas essa arrancada como em 1995 tem cheiro de gol de barriga no ar. (Falando em barriga, na foto sou eu na geral no jogo contra o Volta Redonda-o-terror-do-Rio, que ganhamos por 3 a 2 semana passada. Sim, eu disse geral. Cortesia do craque Marcio Rodrigues.).
Escrito por Manoela às 20h26
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Qualé, Galvão?
Está pra nascer alguém que ache o Parreira mais-mais do que eu. Sou fanzoca assumida. Por mais que critiquem o Mestre, adepto a um futebol de resultados, sou grata a ele pelas duas maiores emoções de minha vida futeboleira: o tetra em 1994 e (podem rir, não ligo) o brasileiro da série C em 1999. Aliás, perguntem a ele quais foram as maiores emoções da vida dele à beira dos gramados tb...
Bem, eu e mais um monte de gente deve gostar de Parreira. Mas o Galvão Bueno quer algo mais... Transmissão de um sonolento Brasil x Peru, no domingo de páscoa.
Parreira ameaça tirar Kaká para colocar Ricardo Oliveira. Casagrande e os demais cornetas reclamam. Queriam que ele tirasse Ronaldo. O regra três estava com a plaquinha na mão e o Bambi faz o gol. Parreira manda Ricardo Oliveira sentar de novo.
"Esse gol corrigiu um erro!", brada Casagrande.
"Não chega a ser erro. Mas seria uma injustiça", corrige Galvão.
Mais um pouco e Parreira resolve colocar o Renato no lugar de Kaká.
"É... o Parreira é sempre cauteloso...".
Cauteloso ou retranqueiro, como falam os entendidos que muitas vezes não entendem é nada?
A torcida não peroda. "Burro, burro!"
"A torcida está com um coro um pouco chato pro Parreira", atesta Galvão.
Coro chato? Parei.
Escrito por Manoela às 20h14
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Sucedeu Assim
Tom Jobim/Marino Pinto (1957)
Assim, Começou assim Uma coisa sem graça Coisa boba que passa Que ninguém percebeu
Assim, Depois ficou assim Quiz fazer um carinho, Receber um carinho, E você percebeu
Fez-se uma pausa no tempo Cessou todo meu pensamento E como acontece uma flor Também acontece o amor
Assim, Sucedeu assim, E foi tão de repente Que a cabeça da gente Virou só coração Não poderia supor Que o amor nos pudesse prender, Abriu-se em meu peito um vulcão E nasceu a paixão
Escrito por Manoela às 16h49
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Quem vc levaria para uma ilha deserta?

Vá lá, Itacuruça não é propriamente deserta. Mas... mas de que importa a farofada ao redor?
Escrito por Manoela às 16h48
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
E ainda perdemos um pênalti...

www.fotocom.net
Um francês amigo meu queria ir ao Maracanã no domingo ver Fluminense x Botafogo. Recomendei a ele que ficasse na torcida tricolor. Não me ouviu... Teve de ficar ao lado de um maluco gritando "filho da putaaaa!" a plenos pulmões.
Que massacre, hein.
Escrito por Manoela às 16h46
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Obrigada, mas...

Desculpe, mas não tem nada mais cafona do que dia da mulher. Detesto. Deve ter sido inventado por um vascaíno.
Escrito por Manoela às 11h26
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Cheiro.

Conversa no elevador.
"Nossa, se eu ficasse presa aqui ia passar mal", diz uma senhora.
"Nossa, com esse cheiro de limpeza também pudera! Na minha época, limpeza era ausência de odores. Agora limpeza tem cheiro, vê se pode. Como as coisas mudaram!".
Escrito por Manoela às 17h23
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Cuma?
Alguém me explica pq o açougue KiKarnes Montenegro (esquina de Vinícius com Visconde) vende, entre maminhas, picanhas, fraldinhas... coloridíssimas sandálias Havaianas - as legítimas?
Escrito por Manoela às 16h35
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
Colaborou Manoela Penna...
Era pra ter rolado um "colaborou Manoela Penna" no pé da matéria do Globo de hoje...
109 anos à frente da concorrência

Com quantos anos se faz um artilheiro? No Estadual de 2005, com pelo menos 35. Os três maiores goleadores da competição têm alta quilometragem no futebol brasileiro: Sorato, 35 anos e seis gols, Romário, 39 anos e cinco gols, e Túlio, 35 anos e cinco gols. O trio centenário — as idades somadas chegam a 109 anos — acredita que, além da qualidade deles, a pouca concorrência dos mais novos também tem ajudado a manter a hegemonia dos “velhinhos”.
— Não adianta aos mais novos a vitalidade, se lhes falta malandragem. Romário, Sorato e eu temos mostrado isso — afirmou Túlio, que se tornou ídolo do Volta Redonda.
Sorato, do Madureira, acredita que os três têm se destacado por uma questão muito simples: eles não tremem na hora de decidir um jogo.
— Na nossa posição, tão importante quanto a qualidade é a experiência. Eu, o Túlio e o Romário estamos acostumados a entrar na cara do goleiro e decidir jogos. Isso faz diferença — afirma.
Artilheiro isolado do Estadual, Sorato está mostrando que o seu casamento com o Madureira sempre funciona. Em 2002, ele também liderava a tabela dos goleadores até a quinta rodada, com cinco gols. Mas recebeu uma proposta do futebol húngaro e uma cláusula no seu contrato permitia a transferência. No ano seguinte, ele voltou ao Madureira e marcou sete gols. No clube, goza de alto prestígio.
— O Sorato é o primeiro a chegar nos treinos, se dedica como poucos — diz o presidente do Madureira, Elias Duba.
Assim como Romário, com quem jogou no Vasco há 17 anos, Sorato tem treinos específicos.
— Não preciso correr longa distância, por exemplo. Meu negócio é tiro curto — diz.
Túlio, por sua vez, reage quando é chamado de veterano, classificação que só admitirá daqui há cinco anos, quando pretende encerrar sua carreira.
— Não somos veteranos, somos experientes. Experientes com qualidade, mas já nascemos para o futebol fazendo a diferença — disse.
Em Volta Redonda, o atacante disse que encontrou no carinho da torcida, no apoio dos companheiros e da direção do clube incentivo necessário para fazer gols e lutar pela artilharia do campeonato.
—- Cada um de nós tem seu segredo para marcar gols. Falo por mim e não vou contar o meu segredo. Só sei que improviso no momento exato e defino a jogada. Domingo, por exemplo, quando vi Júnior Baiano atrás de mim, subi com ele sabendo que não alcançaria a bola, mas que poderia sofrer o pênalti. Aliás, ontem (anteontem), foi preciso que eu cavasse três pênaltis para que o árbitro marcasse um.
Escrito por Manoela às 16h19
[]
[envie esta mensagem]
|
|
| |
| |
[ ver mensagens anteriores ] |
|
|
|
 |
 |
| |
 |
 |



|
Meu perfil
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, BOTAFOGO, Mulher, de 26 a 35 anos, English, French, Esportes, Bebidas e vinhos, Viagem MSN - manoelapenna@hotmail.com
|
HISTÓRICO
13/11/2005 a 19/11/2005
03/04/2005 a 09/04/2005
27/03/2005 a 02/04/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
06/03/2005 a 12/03/2005
27/02/2005 a 05/03/2005
20/02/2005 a 26/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
23/01/2005 a 29/01/2005
16/01/2005 a 22/01/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005
|
 |
 |
OUTROS SITES
A Marrentinha Original!!
Algo sobre Tudo - do Rodrigo Borges
Balcão de Idéias - do Flávio Vaz
Baxt - da Barbara
Brazooka - do Janot
Cobra que não anda não engole sapo - do Noriega
Chumbrega - dos Chumbregas
Digitano - do Caê
Do que os Homens têm Medo - Sônia Rodrigues
O Guru que Anda - do Menon
Hate & Love - da Mari Mattos
O Idiota Analógico - do Jazzmo
Instante Anterior - do Bruno Medina
Joselitos e Joselitas - da Elisa
Keka, uma repórter - da Erica Akie
Leite Show - do Mario Braune
Livro dos Insultos - do Teixeira
Mascavinhas - do Pedro Paulo
Menina da Janela - da Gabi Lomba
Notas Toscas - da Michelle e do Amaral
Olhares - da Letícia Vorcaro
Passokaz - do Daniel Kaz
Pentimento - do Marcelo Moutinho
Pequenas Observações sobre Coisas sem Importância - da Bruna Paixão
São as Coisas da Vida - da Elisa
Quanto mais eu ando... - do Lucas Peso Leve Favorito
Sem Sono - do Chahim
Sofá Cama - do Bê
Terceira Base - do Hiro
Só o Ócio Constrói - de Alexandrino
Vem com Dani - do Daniel Hernandes
UOL - O melhor conteúdo
VOTAÇÃO
Dê uma nota para meu blog!

|
|
|
|